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    Curso "O Poder da Ação" será ministrado no Recife

    Baseado no famoso livro best-seller de Paulo Vieira, curso acontece no dia 01/10, com a Coach Letícia Carvalho, no Hotel Nobile Executive, em Boa Viagem

    O livro best-seller "O Poder da Ação", do Phd e Master Coach Paulo Vieira, que atualmente está entre os cinco livros mais vendidos do Brasil, também virou curso e será ministrado pela Coach Letícia Carvalho, no dia 1º de outubro, das 9h às 19h, no Hotel Nobile Executive, em Boa Viagem.

    O curso vai abordar todos os passos do livro "O Poder da Ação", com os tópicos "Acorde", "Aja", "Foque", "Comunique-se", "Questione" e "Autorresponsabilize-se". Realizado em dez horas, com intervalos de almoço e coffee break, o evento tem como objetivo fazer com que cada pessoa encontre a chave para a vida extraordinária, com o slogan "Tem poder quem age - Faça sua vida ideal sair do papel". Segundo Letícia, a expectativa de público é grande. "Esperamos lotar o auditório do hotel". Ainda de acordo com ela, o curso fará com que a pessoa saia da sua zona de conforto e "faça uma autorreflexão sobre a sua vida, com a finalidade de transformá-la para melhor".

    Os inscritos no curso ganharão um material didático, composto por apostila do evento, pulseira e caneta personalizadas, além do livro "O Poder da Ação". O curso é para qualquer pessoa interessada em alcançar a excelência e a alto desempenho na vida pessoal e profissional.

    Os valores custam R$ 249,99 (1º lote até o dia 16 de setembro), R$ 299,99 (2º lote até o dia 23 de setembro) e preço único R$ 349,99. Vendas no cartão de crédito são feitas exclusivamente pelo site https://www.eventbrite.com.br/e/curso-o-poder-da-acao-recife-tickets-37670214626#tickets e os demais tipos de pagamento pelo telefone: (81) 99954-5450.

    Letícia Carvalho, além de empresária, é Coach Integral Sistêmico, formada pela Febracis. Estudou na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), fez dois cursos pela Febracis, o de Oradores e Palestrantes e o de Business High Performance (destinado a empresários, empreendedores e líderes), além do Pratitioner em PNL (Programação Neurolinguística) pelo Espaço SER.

    Serviço:

    Curso "O Poder da Ação"
    Data: 01/10 Local: Hotel Nobile Executive, que fica na Av. Boa Viagem, 344 - Boa Viagem, Recife - PE Horário: Das 9h às 19h Valores: R$ 249,99 (1º lote até o dia 16 de setembro), R$ 299,99 (2º lote até o dia 23 de setembro) e preço único R$ 349,99. Vendas no cartão de crédito exclusivamente pelo site https://www.eventbrite.com.br/e/curso-o-poder-da-acao-recife-tickets-37670214626#tickets. Demais tipos de pagamento pelo telefone: (81) 99954-5450

    Como surgiu a história do Bloco Patusco?

    A história do surgimento do Grupo Anárquico Místico Carnavalesco Patusco se confunde com a do Carnaval de Olinda e tudo foi graças ao carnavalesco "Tuca". Natural de Olinda, Itacy Vasconcelos Guimarães (Tuca), filho de Maria de Lourdes Vasconcelos Guimarães e Antonino da Silva Matos Peixoto Guimarães, casado e pai de cinco filhos, ainda quando criança era levado pela sua mãe para assistir as festas de momo do Recife*. Muitas vezes pelo fascínio que o Carnaval lhe provocava, ele dava umas escapadas para acompanhar os blocos de sujo e as "La Ursa", que pelo seu colorido e irreverência já encantava o pequeno. *Nessa época o Carnaval de Olinda ainda tinha pouca projeção.

    Com o crescimento do Carnaval de Olinda, esse autêntico folião criado respirando essa festa e residindo no foco da folia olindense, não poderia fugir a regra: na adolescência começou a confeccionar máscaras, inspirado pelas imagens dos carnavais guardados em sua mente quando criança. Essas máscaras inicialmente foram confeccionadas de papel e cartolina, porém, com o tempo e com o advento do mela mela, Tuca passou a fazer fantasias e máscaras em plástico, ideia bastante inovadora até os dias atuais. Ele fundou o primeiro bloco no seio do clã Vasconcelos Guimarães.

    Das fantasias idealizadas por ele, podem-se destacar as araras, papagaios, pinguins e a de pato, sendo esta última, no Carnaval de 1972, a responsável pelo nome do grupo "PATUSCO" e que passaria a ser destaque por toda mídia pela forma irreverente de se fazer Carnaval.

    1972 - O Carnaval de Olinda ainda não tinha assumido o caráter eminentemente popular. Neste ano, estava ocorrendo em Olinda um concurso de fantasias de grupo promovido pela EMPETUR e era necessário colocar um nome no ato da inscrição. Tuca estava participando do concurso e como havia escolhido a fantasia de pato, foi decidido que o nome do grupo deveria lembrar pato. Daí, então, que surgiu a palavra PATUSCO; adj. e sm – "Que ou aquele que gosta de patuscada, ajuntamento festivo de pessoas reunidas para comer, beber e se divertir".

    Assim estava determinado que aquele sonho de menino de fazer um Carnaval irreverente e alegre já dava sinais de que um nascera para o outro e que muito ainda viria a ser feito por esse criativo folião. Com o fim do mela-mela, Tuca mais uma vez deu mostra de sua futurista visão anárquica e mística do qual o Carnaval de Olinda passaria a ser conhecido 30 anos depois.

    A partir de 1984, o artista passou a produzir as máscaras dos integrantes do grupo, reproduzindo em papel machê o rosto dos presidenciáveis e logo os temas políticos se tornaram os motes preferidos do divertido Patusco, criado e até hoje coordenado pelo presidente Tuca.

    Sempre passando por dificuldades para levar o Grupo às ruas da Cidade Alta, porque a cada ano ele aumentava, Tuca anteviu que precisava ter seu próprio som para emoldurar o Carnaval teatral do Patusco. Como as orquestras de frevo eram insuficientes para atender toda a demanda dos blocos que a cada ano cresciam mais, Tuca viu no samba uma forma mais barata de se fazer Carnaval e ao mesmo tempo mostrar que a folia era multicultural, e que Pernambuco não era apenas frevo. O povo gostou e agradeceu, requisitando hoje em dia o Patusco até para festas de casamento.

    Tuca, esse "Alquimista de Carnaval", vem demonstrando ao longo dos 56 anos de folia (ininterruptos) de seu Patusco, que essa forma simples, característica nata de sua personalidade e a total doação por amor a uma cidade que passou a ser cúmplice de sua aflorada criatividade, consegue manter o grupo como figura de destaque no cenário carnavalesco olindense. Essa identificação dele com o Patusco é tão grande, que hoje fica difícil falar de um e não falar do outro e nessa forma paternal de administrar, conseguiu criar um grau de fidelização com os desfilantes e simpatizantes que é de causar inveja a qualquer grupo empresarial, comprovando que o que mais interessa para ele é sempre manter viva a filosofia que deu origem ao Patusco, fazendo com que, no bloco, todo mundo seja amigo do amigo de alguém.

    Como surgiu a Banda Patusco?

    A Banda Patusco surgiu como uma brincadeira para comemorar o final da Copa do Mundo de 2002, no antigo Acústico Pub, em Olinda. "Na época, selecionamos cerca de 40 integrantes da bateria do bloco e juntamos esses músicos para realizar o projeto daquela casa. A ideia deu certo e o produtor da casa propôs fazer um ensaio do Patusco todos os domingos. A partir daí começou a surgir propostas das casas noturnas do Recife e das produtoras de shows, então, reduzimos a bateria (que sai no Carnaval com 120 integrantes) para 25 integrantes e formamos a Banda Patusco, para atender à demanda de shows durante todo o ano", diz Henrique Guimarães, diretor do bloco Patusco e líder da banda.

    A banda Patusco é um projeto paralelo ao bloco e que não parou mais de crescer, solidificando-se nos cenários musicais pernambucano e nacional. A banda, que se apresenta semanalmente nas principais casas de shows e eventos do Nordeste e Sudeste do país, é comandada por dois vocalistas, além dos integrantes que comandam a sua famosa bateria.





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